Uso de naninhas (ou objeto de transição)

Muitas crianças agarram-se a uma fraldinha, ursinho ou outro tipo de naninha na hora em que precisam se acalmar ou dormir. O nome técnico das naninhas é "objeto de transição". Isso porque ajudam os bebês a fazer a transição de recém-nascidos totalmente dependentes para crianças mais independentes. 

Por que os bebês gostam de naninhas?

Uma naninha usada com frequência torna-se um objeto familiar. É um lembrete portátil do conforto e da segurança da mãe, do pai e do lugar onde vivem. Com isso, muitas crianças ficam mais confiantes e passam a dormir a noite toda, pois se sentem seguras com o "amiguinho" ao lado.

Cerca de metade dos bebês se apega a uma naninha. Uma companhia no berço é uma ótima estratégia para ajudá-lo a dormir a noite inteira, visto que o "objeto" de estimação sempre estará lá para confortar a criança caso ela acorde no meio da madrugada. 

Prefira um bichinho ou bonequinho que a criança consiga carregar (e que caiba na sua mala caso vocês viajem para algum lugar, ou se o bebê for dormir na casa da vovó, por exemplo). 

Um bom truque para transformar um bichinho, bonequinho ou paninho em objeto de estimação do bebê é deixá-lo bem perto de você por algum tempo, para pegar o seu cheiro, que é tiro e queda para acalmar a criança. 

E, se o seu filho se apegar mesmo ao bichinho ou bonequinho, compre um de reserva, e vá revezando entre os dois. Assim você pode lavar o companheiro querido sem dramas, e evita uma catástrofe se por acaso esquecer o bichinho em algum lugar. 

Importante: Para reduzir o risco da síndrome da morte súbita infantil não deixe o bebê com menos de 1 ano dormir com bichos de pelúcia ou cobertores soltos. O mesmo se aplica a naninha. Os pediatras recomendam muita cautela com a colocação no berço de qualquer bichinho de pelúcia ou brinquedo fofinho que possa obstruir as vias respiratórias do bebê. Hoje em dia existe até a indicação de que não se use mais os protetores ao redor do berço, para evitar qualquer risco de sufocamento ou de que a criança acabe presa. Estudos apontam que itens como brinquedos fofos, cobertores soltos e protetores de berço aumentam o risco de síndrome da morte súbita infantil. Embora possa parecer improvável, existe a possibilidade de uma boneca ou bichinho de pelúcia cobrir o rosto do bebê e sufocá-lo. O risco de sufocamento diminui a partir de 1 ano porque nessa idade a criança é capaz de rolar, sentar e se desvencilhar de um objeto que esteja cobrindo seu rosto.

Fonte: Baby Center Brasil

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